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O Sangue de Jerusalém — Volume II — David S. Matrecano
Livro III · Saga Cruzadas
A História das Oito Cruzadas · 1097 — 1099

O Sangue de Jerusalém — Volume II

O cerco interminável, o milagre da Santa Lança, a traição de Firuz, a conquista final de Jerusalém. Aqui o sangue chega aos tornozelos.

Por David S. Matrecano · Romance histórico
Sinopse

O assalto à Cidade Santa

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Antioquia, outono de 1097. Os cruzados estão acampados há quase um ano sob as imponentes muralhas da cidade mais temida do Levante. A fome, a peste e o desespero devoram as tropas. E o pior ainda está por vir.

Após a marcha agonizante pela Anatólia e a fundação do Condado de Edessa, o grosso do exército cruzado se planta diante de Antioquia: uma cidade murada considerada inexpugnável. O que se segue são nove meses do cerco mais cruel da Idade Média.

A traição de Firuz o Armênio. O milagre místico da Santa Lança. A ordália de fogo de Pedro Bartolomeu. E ao final, as muralhas de Jerusalém.

Neste terceiro livro da saga, David S. Matrecano culmina a crônica da Primeira Cruzada com o assalto definitivo à Cidade Santa em 15 de julho de 1099, onde nasce o primeiro Reino Cristão de Jerusalém sob o comando de Godofredo de Bulhão.

Neste livro você vai viver

Seis episódios decisivos

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A história completa

O fim da Primeira Cruzada

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Após a fundação do Condado de Edessa, o exército cruzado se concentra diante de Antioquia, chave da Síria e antiga cidade patriarcal cristã. O cerco começa em outubro de 1097 e se prolonga por nove intermináveis meses sob muralhas que parecem invencíveis. A fome devora as tropas: cavalos sacrificados, cães, ratos, couro fervido. Os desertores são legião.

O golpe de mestre é dado por Boemundo de Tarento, o mais astuto dos príncipes cruzados. Suborna um capitão armênio da guarnição, Firuz, que entrega uma das torres numa noite de junho de 1098. Os cruzados entram na cidade e a saqueiam com violência indescritível. Mas mal terminada a matança, chega de Mossul o exército de socorro turco sob o comando de Kerbogha: agora são os cruzados os sitiados.

É então que ocorre um dos episódios mais extraordinários e polêmicos da Idade Média: o camponês visionário Pedro Bartolomeu declara ter sonhado com o local exato onde estava enterrada a Santa Lança, aquela que atravessou o lado de Cristo na Cruz. Cavam na catedral de São Pedro e, milagre ou farsa, encontram uma ponta de lança enferrujada. As tropas, à beira do desmoronamento, recobram um fervor desesperado e saem a campo aberto para dar batalha. Vencem o exército de Kerbogha contra todos os prognósticos.

Mais tarde, as disputas internas e o ceticismo do clero obrigarão Pedro Bartolomeu a submeter-se à ordália de fogo: caminhar entre duas fogueiras para que Deus prove a veracidade da sua visão. O visionário morre das queimaduras poucos dias depois. Mas o milagre cumpriu a sua função: o exército marcha agora para o sul, imparável, conquistando Maarat al-Numan, Trípoli, Jafa.

Em 7 de junho de 1099, os cruzados veem finalmente as muralhas de Jerusalém. Depois de um cerco de cinco semanas com torres móveis construídas ad hoc, a cidade cai em 15 de julho de 1099. O massacre que se segue é proverbial: o sangue chega «até os tornozelos» segundo os cronistas. Uma semana depois, Godofredo de Bulhão é eleito Advocatus Sancti Sepulchri —não rei, por humildade cristã— e nasce o primeiro Reino Latino de Jerusalém. A Primeira Cruzada terminou. A lenda começa.

Ficha técnica

Detalhes do livro

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Saga
A História das Oito Cruzadas
Posição
Livro III de IV
Gênero
Romance histórico
Idioma
Português brasileiro
ASIN (Amazon)
B0DMZHDRDB
Formato
eBook Kindle
Autor
David S. Matrecano
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