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Malta 1565 · O Grande Cerco de Malta — David S. Matrecano
Standalone
Standalone · Maio — Setembro 1565

Malta 1565 · O Grande Cerco de Malta

Setecentos cavaleiros contra quarenta mil otomanos. Quatro meses de cerco. Uma ilha. O destino da Europa.

Por David S. Matrecano · Romance histórico
Sinopse

O cerco que salvou a Europa

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Maio de 1565. A maior frota jamais reunida pelo Império Otomano desembarca em Malta. Solimão o Magnífico enviou seus melhores generais para apagar os Cavaleiros Hospitalários da face da Terra. Só uma ilha minúscula se interpõe entre o Islã e a conquista do Mediterrâneo ocidental.

À frente da defesa, um homem de setenta anos: o Grão-Mestre Jean Parisot de la Valette, último sobrevivente da geração que tinha perdido Rodes quarenta anos antes. Desta vez não perderá.

O Forte Santo Elmo cai após um mês de bombardeio. Birgu e Senglea resistem contra todos os prognósticos. A ilha inteira arde. O sangue cristão e muçulmano corre por igual.

David S. Matrecano reconstrói dia a dia o episódio militar mais extraordinário do século XVI mediterrâneo num romance histórico de rigor militar absoluto: Cristãos Vs. Muçulmanos — Nove Séculos de Guerra pelo Mediterrâneo.

Neste livro você vai viver

Seis episódios do cerco

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A história completa

Nove séculos de guerra pelo Mediterrâneo

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O Mediterrâneo não foi um lago de paz. Desde a conquista árabe do Egito no século VII até a batalha de Lepanto em 1571, as margens norte e sul do Mare Nostrum enfrentaram-se numa guerra de nove séculos que teve seu clímax numa ilha minúscula: Malta. Lá, entre maio e setembro de 1565, travou-se um dos cercos mais extraordinários de toda a história militar.

A ilha era defendida pela Soberana Ordem Militar dos Cavaleiros Hospitalários de São João, os antigos protetores dos peregrinos na Terra Santa, expulsos de Rodes por Solimão o Magnífico em 1522 e refugiados desde 1530 neste pedaço de rocha calcária no meio do Mediterrâneo. Eram setecentos cavaleiros de toda a nobreza europeia, apoiados por cerca de oito mil milicianos malteses e tropas espanholas. O comandante: Jean Parisot de la Valette, um velho guerreiro francês de setenta anos que tinha sobrevivido à perda de Rodes e não estava disposto a viver uma segunda derrota.

O atacante: o exército e a frota mais poderosos do século XVI. Solimão o Magnífico, no auge do seu poder, tinha decidido aniquilar os Hospitalários para deixar o caminho livre para a conquista da Sicília, da Itália do sul e, eventualmente, de Roma. Enviou 40.000 soldados —janízaros, sipaios, corsários berberes do norte da África sob o comando de Dragut— e 200 navios de guerra. O comando supremo era partilhado pelo velho e veterano Mustafá Paxá e pelo jovem e arrogante Piali Paxá, almirante da frota.

O que se seguiu foi um cerco de quase quatro meses que custou 25.000 vidas otomanas e cerca de 7.000 cristãs. O Forte Santo Elmo caiu após um mês de bombardeio contínuo, mas arrastou consigo o genial corsário Dragut e deixou os otomanos exaustos antes mesmo de começar o assalto principal. Birgu e Senglea, as duas penínsulas fortificadas onde resistia La Valette, suportaram assaltos diários durante todo o verão. A ilha inteira ardeu. O sangue cristão e muçulmano correu por igual.

No dia 7 de setembro, depois de meses de atraso pelas indecisões do vice-rei espanhol, a frota do Grande Socorro sob o comando de dom García de Toledo desembarcou finalmente em Malta com 9.000 soldados frescos. Os otomanos, exaustos, famintos e dizimados, tentaram um último assalto desesperado e foram esmagados. No dia 8 de setembro a armada turca retirou-se. Solimão jurou voltar. Não teve tempo: morreu no ano seguinte. Malta tinha salvado a Europa. E o dia 8 de setembro celebra-se ainda hoje como feriado nacional maltês.

Ficha técnica

Detalhes do livro

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Saga
Edição especial
Posição
Standalone
Gênero
Romance histórico
Idioma
Português brasileiro
ASIN (Amazon)
B0GZ4ZQ7RB
Formato
eBook Kindle
Autor
David S. Matrecano
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Viva o cerco que mudou o Mediterrâneo

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